Polo de ensino do SENAR impulsiona carreira na agropecuária
Polo de ensino do SENAR impulsiona carreira na agropecuária


Segundo o chefe do Departamento de Inovação e Conhecimento, Luís Tadeu Santos, a parceria firmada entre o SENAR e os sindicatos rurais é um sucesso na formação técnica em agronegócio. “Temos o SENAR, com sua longa experiência em educação, e os sindicatos rurais trabalhando desde a mobilização de nossos alunos até a garantia dos melhores ambientes para esta aprendizagem no campo. Com certeza, aliamos competências vitais e diferenciadas na busca dos resultados que queremos alcançar", afirma Luís Tadeu.

O comerciante Felipe Machado Nunes de Oliveira é um dos alunos. “Tomei a decisão de participar do processo seletivo porque tenho uma chácara e até então não tinha noção de como trabalhar na propriedade”, comenta. Em poucos meses de curso ele já tem algumas ideias. “ Quero montar estrutura para atuar com tecnologia de Integração Lavoura-Pecuária”, diz Felipe, entusiasmado.
O curso Técnico em Agronegócio tem duração de dois anos com carga horária de 1.230 horas, com aulas a distância, encontros presenciais e visitas técnicas a propriedades.
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Foi justamente a possiblidade de conciliar as aulas da graduação em Engenharia Ambiental e do curso Técnico em Agronegócio que chamou a atenção de Bruna Gomes. “A grade de horários com aulas online e presenciais, apenas em alguns finais de semana, ajuda a organizar a minha rotina de estudos. É bem simples navegar no ambiente virtual e os professores são excelentes. Todos nós temos suporte quando precisamos” comenta Bruna.


Marcelo Nicolau é engenheiro agrônomo e vereador em Alexânia. Quando abriram as inscrições para a especialização ele não perdeu tempo. “Há seis anos tenho uma empresa de planejamento agropecuário que executa projetos para alguns bancos, mas com o mandato político acabei me distanciando da área técnica. Essa é uma grande oportunidade de qualificação e o melhor de tudo é que o curso está na porta de casa”, brincou.
O produtor rural Galeno Furtado atua na fabricação de cachaça e concorda. “Até então se quiséssemos nos aperfeiçoar teríamos que ir à Anápolis ou à Brasília. Isso demanda tempo de deslocamento. Agora ficou muito mais fácil, além de ter um preço convidativo”.

Galeno lembra que o SENAR sabe quais são as necessidades do homem do campo. “Hoje a maior dificuldade do produtor rural é que sabemos produzir, mas precisamos aprender a vender e saber como fazer o produto chegar à cidade e ao consumidor final. O SENAR veio para resolver essa falta de conhecimento do produtor”, considerou.

Quinzenalmente, a representante de uma fábrica de máquinas e implementos agrícolas, Elane Suarte de Macedo, percorre aproximadamente 500 quilômetros entre Rio Verde e Alexânia para participar da pós-graduação em Gestão Empresarial em Agronegócio. Ela garante que a viagem de mais de quatro horas por trecho vale a pena. “Eu atendo diretamente produtores rurais e, a cada aula, vejo a importância da qualificação. O curso me dá oportunidade de ajudar mais produtores rurais”, argumenta.
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