Alunos iniciam Curso Técnico em Agronegócio no polo de Manhuaçu
Alunos iniciam Curso Técnico em Agronegócio no polo de Manhuaçu

FLEXIBILIDADE E APRENDIZADO
A possibilidade de aprender, de graça, no horário e local que escolher, foi um fator decisivo para a funcionária pública da área da Educação em Martins Soares (MG), Jucimara Loubak, de 44 anos. Formada em Administração, ela acredita que o curso técnico irá complementar a sua formação. “A importância do agronegócio, que tem uma representação significativa no nosso PIB, e também a realidade onde vivemos, me motivaram a fazer a inscrição. Sou filha de produtor rural, gosto muito da área. Sempre que posso, participo de algum curso que tem algum tema relacionado ao agronegócio, à agricultura familiar. Eu gosto de interagir nesse meio e visualizo trabalhar na área. Quem sabe até mesmo trabalhar com o SENAR”. Já André da Silva Barreiros, de 28 anos, de Nanuque (MG), formou-se em Agronomia em 2010 e atualmente trabalha em um setor de uma destilaria de álcool. “Optei pelo curso técnico motivado pela metodologia e material didático do SENAR, que já conheço e confio. A versatilidade do horário ajudou muito. Se o curso fosse presencial, provavelmente eu não faria, mas como é EaD fica mais fácil e prático. O curso vai abrir um leque de possibilidades e é uma oportunidade de adquirir mais conhecimento”, comentou. André foi selecionado para ser instrutor do SENAR na área de mecanização agrícola e está tomando as últimas providências para começar. “A cana de açúcar é forte na região e há demanda pela mecanização”, contou. Márcio Castro Lobato, de 59 anos, é de Vitória (ES). Formado em Comunicação com pós-graduação em Logística, ele também é produtor rural. Possui uma propriedade em Muniz Freire (ES), onde trabalha com pecuária leiteira e vende para cooperativas. “É uma área nova e que acredito que irá complementar as minhas habilidades”, disse sobre a escolha pelo curso técnico. Conciliar o trabalho no comércio varejista em Manhuaçu com as aulas aos sábados será um desafio para Rodrigo Dalpério Martins, de 30 anos, mas a comodidade de poder ter aulas a distância foi primordial. “Fiz curso técnico em Segurança do Trabalho, mas não exerço. Minha avó deixou um sítio de herança voltado para leite e café. O curso vai me ajudar a entender sobre a área”, complementou. Futuramente, ele não descarta a possibilidade de trabalhar no setor. A estudante de Biomedicina Amanda Viana Braga, de 20 anos, vai se formar em meados deste ano e pretende cursar Veterinária posteriormente. Filha de produtor, ela enxergou no curso técnico em Agronegócio a possibilidade de aprender sobre administração rural. “Também funciona como atividades complementares ao meu curso e possibilita que eu conheça outras áreas e culturas”, explicou.O CURSO
A Rede e-Tec Brasil é um programa do Ministério da Educação - MEC instituído pelo Decreto nº 7.589, de 2011. Esta ação faz parte do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego - PRONATEC, cuja principal finalidade é promover de maneira democrática o acesso à Educação Profissional e Tecnológica (EPT), beneficiando-se das possibilidades de alcance e estratégias metodológicas da Educação a Distância (EaD). A maioria das aulas do curso de Agronegócio é a distância, mas com encontros presenciais ao longo dos semestres e calendário definido nos polos. As atividades a distância serão mediadas pelo tutor no AVA. Os alunos também recebem materiais de apoio, como DVD com videoaulas e apostilas impressas de cada disciplina. As atividades presenciais acontecem nos polos de apoio presencial e nas saídas de campo, ambas com supervisão da tutoria presencial. O curso tem duração de 1.230 horas em dois anos. No sábado, a assistente da Assessoria Pedagógica Aline Aparecida Silva Caetano explicou sobre o curso e o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). “É uma oportunidade para o aluno, que terá flexibilidade e comodidade para os estudos. As aulas presenciais, com a participação dos tutores, será aos sábados, considerando que grande parte dos alunos trabalham ou têm outras atividades no decorrer da semana”, explicou. Neste primeiro semestre, haverá aulas de Informática, Português Instrumental, Matemática Básica e Financeira, introdução ao Agronegócio, Administração Rural e Técnicas de Produção Vegetal. No sábado, os alunos conheceram a equipe que está à disposição nas aulas presenciais no Centro Educacional de Manhuaçu (CEM), na Alameda Doutor Eloy Werner, 211, no Bairro Alfa Sul. Segundo o diretor do CEM, Walter Vargas Júnior, esta é uma parceria de fortalecimento tanto para o CEM quanto para o SENAR. Assessoria de Comunicação do SENAR Minas (31) 3891-3138 www.sistemafaemg.org.brLeia também
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